Neurônio responsável precisa tanto de açúcares quanto de proteínas.
Descoberta foi publicada na revista científica 'Neuron'. Ter uma dieta balanceada consiste em ingerir os diferentes grupos alimentícios na quantidade certa. Isso ajuda a manter as funções dos órgãos em geral e o peso ideal. Um estudo publicado na edição da última quinta (17) da revista científica “Neuron” mostra também a como a dieta variada atua sobre o cérebro para manter o equilíbrio de energia do corpo.
A chave é uma substância conhecida como orexina ou hipocretina, encontrada em alguns neurônios. Essa substância é um dos principais reguladores que mantêm o corpo desperto, e tem importante atuação também no equilíbrio de energia.
Pesquisas anteriores indicavam que a produção dessa substância era estimulada unicamente pelos açúcares – não só os presentes nos doces, mas também massas, pães e outros alimentos. O estudo atual mostra que os aminoácidos, que formam as proteínas – predominantes nos alimentos de origem animal.
“Nossos dados apoiam a ideia de que os neurônios da orexina/hipocretina estão sob o controle de açúcares e proteínas simultaneamente. O interessante é que, embora os efeitos comportamentais estejam além do escopo do nosso estudo, esse modelo celular é consistente com relatórios que dizem que refeições ricas em proteínas são mais eficazes que as ricas em açúcar para estimular as pessoas”, diz Denis Burdakov, pesquisador da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, um dos autores do estudo.
Trabalhamos com prestação de serviços de saúde em geral, com Enfermeiros, Técnicos, Auxiliares, Cuidadores, Fisioterapeutas, Nutricionistas e Profissionais de Educação Física. Fazemos curativos, verificamos sinais vitais(temperatura, pulso e respiração), oferecemos atendimento de primeiros socorros, trabalhamos com plantão e temos profissionais capacitados com Coren-Ba, temos uma equipe da TERAPIA DO RISO.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Alegria na área de saúde
O dia-a-dia dos hospitais que recebem visitas do grupo da TERAPIA DO RISO, formado por técnicos atores, cuidadores de idosos, enfermeiros e auxiliares que se vestem de palhaços para alegrar as crianças internadas. A transformação pela qual o ambiete passa com a simples presença dos palhaços, proporcionando cenas engraçadas e ainda presenciando depoimentos tocantes ao lado dos pacientes, seus pais e médicos.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Renovando e buscando alternativas nos serviços de saúde
Temos o intuito de fazer um trabalho diferenciado e exclusivo com atendimento humanizado feito por profissionais capacitados e comprometidos. Nosso principal objetivo é levar felicidade aos mais necessitados de amor, afeto e alegria. Tenho plena certeza de que nosso trabalho vai ajudar muita gente!
Riso e a alegria como possibilidade de cura
Mensageiros da Alegria
Fazemos apresentações em creches, asilos, orfanatos e hospitais. Cobramos um valor simbólico pagar o aluguel do escritório da sede do grupo, as fantasias, as maquiagens e a ajuda de custo dos divulgadores.
Apesar de apresentarem-se em outros locais, a principal função do projeto é o trabalho realizado com pacientes nos hospitais, dentre eles o Hospital das Clínicas, esses hospitais são credenciados na agenda do mensageiros que uma vez por semana recebem a visita do grupo por cerca de duas a três horas cada um.
Idosos, adultos e crianças fazem escultura de balões, cantam cantigas de roda e outras músicas, conversam, escutam piadas e boas histórias. “Estas atividades buscam não só trabalhar o psicológico como também levantar a auto-estima dos pacientes”.
Os familiares muitas vezes nos dão telefones dos pacientes para que possamos acompanhá-los após a saída do hospital. Quanto aos médicos eles assistem ou até mesmo participam das nossas apresentações.
O único preconceito que o grupo enfrenta é na hora em que os divulgadores vão para as ruas vender nosso trabalho. Geralmente as pessoas não acreditam que o projeto exista e que precise de ajuda. Os mensageiros não recebem doações, exceto quando fazem campanha para o Pró Sangue. Devido às barreiras, o projeto quase deixou de existir porque não tinha condições financeiras de manter suas apresentações nos hospitais. “Que as pessoas tenham menos preconceito e não julguem nosso trabalho antes de conhecê-lo, pois a sociedade precisa acreditar que existem pessoas querendo passar coisas boas para outras, e para que isto ocorra necessitamos de ajuda.
As crianças visitadas pelos profissionais da alegria tornam-se mais alegres e menos ansiosas. Apresentam maior colaboração com tratamentos e exames, adquirem imagem mais positiva da hospitalização acelerando a recuperação pós-cirúrgica e melhorando a comunicação e comportamento. A equipe médica também obtém benefícios: todos redescobrem a importância de brincar e o ambiente se torna mais leve e menos formal. A relação entre pais, médicos e crianças fica mais humana e afetiva.
Viviane Pereira.
Fazemos apresentações em creches, asilos, orfanatos e hospitais. Cobramos um valor simbólico pagar o aluguel do escritório da sede do grupo, as fantasias, as maquiagens e a ajuda de custo dos divulgadores.
Apesar de apresentarem-se em outros locais, a principal função do projeto é o trabalho realizado com pacientes nos hospitais, dentre eles o Hospital das Clínicas, esses hospitais são credenciados na agenda do mensageiros que uma vez por semana recebem a visita do grupo por cerca de duas a três horas cada um.
Idosos, adultos e crianças fazem escultura de balões, cantam cantigas de roda e outras músicas, conversam, escutam piadas e boas histórias. “Estas atividades buscam não só trabalhar o psicológico como também levantar a auto-estima dos pacientes”.
Os familiares muitas vezes nos dão telefones dos pacientes para que possamos acompanhá-los após a saída do hospital. Quanto aos médicos eles assistem ou até mesmo participam das nossas apresentações.
O único preconceito que o grupo enfrenta é na hora em que os divulgadores vão para as ruas vender nosso trabalho. Geralmente as pessoas não acreditam que o projeto exista e que precise de ajuda. Os mensageiros não recebem doações, exceto quando fazem campanha para o Pró Sangue. Devido às barreiras, o projeto quase deixou de existir porque não tinha condições financeiras de manter suas apresentações nos hospitais. “Que as pessoas tenham menos preconceito e não julguem nosso trabalho antes de conhecê-lo, pois a sociedade precisa acreditar que existem pessoas querendo passar coisas boas para outras, e para que isto ocorra necessitamos de ajuda.
As crianças visitadas pelos profissionais da alegria tornam-se mais alegres e menos ansiosas. Apresentam maior colaboração com tratamentos e exames, adquirem imagem mais positiva da hospitalização acelerando a recuperação pós-cirúrgica e melhorando a comunicação e comportamento. A equipe médica também obtém benefícios: todos redescobrem a importância de brincar e o ambiente se torna mais leve e menos formal. A relação entre pais, médicos e crianças fica mais humana e afetiva.
Viviane Pereira.
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